A economia do jogo
O IFC simula a economia do futebol real: uma moeda, os coins, que circula entre jogadores, clubes e organizações no ritmo dos contratos, das transferências e das competições. E como a quantidade de coins é finita, cada coin mantém seu valor.
Contratos e salários

Um clube assina com seus jogadores um contrato de verdade: luvas, salário semanal, duração, cláusula de rescisão. Toda semana, a tesouraria paga os salários, e um clube que para de pagar vê seus jogadores livres para sair. A folha salarial é uma decisão de gestão, não um detalhe.
Saiba mais: Os contratos e Salários e cláusula.
O mercado de transferências

Um jogador sob contrato é recrutado como na vida real: o clube comprador propõe uma compensação ao clube vendedor e novas condições ao jogador, e as três partes precisam dizer sim. O vendedor reinveste a compensação em novos talentos; um jogador em fim de contrato sai de graça.
Saiba mais: As transferências.
Competições com algo em jogo

As organizações dão peso às suas competições: taxas de inscrição repassadas ao organizador, uma caução devolvida às equipes que vão até o fim (perdida em caso de W.O.) e uma recompensa em coins para o vencedor. Os pódios semanais da liga também pagam coins e troféus.
Saiba mais: Competições com coins.
Uma moeda que mantém seu valor
A quantidade total de coins é limitada: eles são emitidos de uma única reserva central e as taxas da plataforma voltam para ela. Sem inflação infinita, sem recompensas distribuídas em série: ganhar coins significa alguma coisa.
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